Lettering:

fundamentos básicos

Rafael Costa, Designer e Ilustrador



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O PROJETO

Sopa de G-linhas

03 de Junho de 2017 1 0
Gillian é um nome de origem celta. Pelo menos era isso que dizia um livro que caiu no meu pé na biblioteca há alguns anos. Era comum entre as mulheres bárbaras e significa juventude. Foi interessante usar o brush lettering, ainda que sem a caneta brush, para escrevê-lo porque descobri uma delicadeza que não me ocorreu antes. Talvez por conhecer a origem, costumava utilizar formas menos sinuosas para escrevê-lo.

Senti muita dificuldade em manter a inclinação das letras, o peso e o acabamento nas extremidades para fazer a ligação entre elas mesmo utilizando as guias e o lápis azul. A letra “A” foi um martírio. Manter a inclinação da haste sem que a letra parecesse esticada foi bem difícil para mim. As primeiras tentativas ficaram tão irregulares que as letras pareciam estar boiando em uma sopa de letrinhas. Testei a técnica em papel sulfite 75g, papel Canson 200g para desenho, papel para aquarela, colorplus preto e usei lápis nº2, integral 2B, lápis de cor aquarelável, caneta Bic e caneta nanquim. Eu só consegui entender realmente como desenhar as letras depois que usei o colorplus preto. Nesse exercício notei que não importa o material, minha mão está pesada o bastante para transformar curvas em “bicos” durante a finalização e pretendo corrigir isso com um pouco mais de treino.

O resultado das minhas primeiras tentativas de lettering estão nas imagens abaixo. Apesar dos problemas, gostei da experiência e do resultado.


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