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Ativismo na fotografia

transformando imagens em crítica
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Transforme seu aprendizado em uma jornada!

Os cursos da Saibalá foram organizados em um formato mais completo e engajador. Conheça a nossa jornada de aprendizado.

O mercado de cursos oferece hoje uma ampla gama de opções para quem procura especialização. Mas como fazer a melhor escolha para seu tempo e investimento? Com o objetivo de oferecer uma experiência de ensino mais completa e engajadora, a Saibalá reuniu seus cursos em unidades interconectadas.

Nasceram, assim, as jornadas de aprendizado. Desenvolvidas com técnicas inovadoras, as nossas jornadas são comandadas por profissionais experientes e treinados para oferecer uma visão ampla e objetiva sobre sua área de interesse, com o dinamismo que você precisa.

Impulsione sua carreira com conteúdo de alta qualidade e um formato adaptado à sua rotina!

O que você vai aprender:

Conclua o curso e entenda como as imagens são importantes ferramentas ativistas.

Se você se interessa por fotografia e tem vontade de saber mais sobre o uso de imagens como uma ferramenta de ativismo, este é o seu curso.

Marcelo Brodsky, artista visual e fotógrafo argentino, traz uma reflexão a respeito das relações entre arte e vida, sobre a influência da experiência pessoal do autor na criação de uma obra.
O curso é dividido em 22 aulas online que demonstram como elementos da vida de um artista podem conferir grande originalidade à uma obra, dando-lhe força para ressoar em um contexto social maior e até mesmo para instigar mudanças através da expressão de ideias.

– Veja alguns exemplos de como obras originadas de vivências pessoais podem servir de base para o desenvolvimento de ações e instalações que impactam toda uma sociedade;
– Conheça os principais trabalhos desenvolvidos por Marcelo Brodsky ao longo da carreira, com uma análise detalhada das relações entre sua história de vida e suas criações artísticas, com ênfase em fotografia documental e de memória;
– Acompanhe Brodsky em um passeio por um de seus grandes projetos, o Parque de la Memoria em Buenos Aires, para uma conversa sobre as relações existentes entre arte pública e sociedade, entre espaço público e arte, e entre diversas artes que trabalham juntas para expressar ideias dentro de um determinado contexto cultural e social;
– Entenda o processo de ressignificação de fotografias que ocorre através de recursos como intervenções artísticas nas imagens, muito utilizadas por Brodsky, e que representam uma forma interessante de evidenciar ideias que se deseja transmitir;
– Confira as dicas de Marcelo Brodsky sobre pesquisa de referências, sobre a construção de um arquivo pessoal de imagens, e também sobre o uso de fotolivros como um formato para apresentar o seu trabalho como fotógrafo;

Para quem?

Quem busca entender mais sobre a arte e como ela pode ser uma ferramenta de manifestação, o curso aborda a questão do ativismo na fotografia.

Fotógrafos

A fotografia deixa de ser apenas um registro e se torna uma meio de manifestar ideias, pensamentos e posicionamentos. O curso é para fotógrafos que buscam aplicar isso em seus trabalhos.

Artistas

Para quem trabalha com artes, o curso mostra como experiências pessoais podem ser usadas para criar um trabalho que expresse opinião, originalidade e relação com algum contexto social.

Veja o que nossos alunos falam

Conheça o professor

Marcelo Brodsky

Marcelo Brodsky, artista visual e fotógrafo argentino, trabalhou com artes visuais durante toda sua vida. Estudou economia na Universidade de Barcelona e fez a formação em fotografia no Centro Internacional de Fotografia de Barcelona.

É um dos articuladores do Fórum e da Bienal de São Paulo-Valência, além de ser um dos sócios e fundadores do banco de imagens Latinstock, com base em São Paulo, Argentina e Espanha. É também um dos fundadores do Parque de la Memoria, em Buenos Aires, monumento construído em homenagem às vítimas da ditadura na Argentina.

PREPARAMOS UM CURSO QUE ABORDA O ATIVISMO NA FOTOGRAFIA

Confira tudo o que você vai aprender:

Ativismo na fotografia: transformando imagens em crítica

Arte, sociedade e crítica são três coisas que podem caminhar juntas.

  • Brodsky conta que neste curso falará “sobre arte e vida, a relação da obra e o pensamento com a experiência pessoal” pois, segundo ele nos conta, a força da arte e da comunicação desta com o mundo parte da vida do artista posta na sua arte, naquilo que o mesmo deseja expressar ao mundo.
  • Conheceremos o estúdio onde Marcelo guarda, cria e recria diversas fotografias e obras visuais nas quais está trabalhando, tal como as que estão em plena confecção, com ideias que começaram a surgir no mundo em 1968 com a manifestação da necessidade da liberdade de pensamento e expressão, “liberdade em geral”, nas palavras dele.
  • A função social que o fotógrafo carrega e desempenha, refletido aqui pelo artista-visual argentino, é um resultado obtido pelo tempo contemporâneo vivido pelo artista em consequência da realidade na qual ele se insere, isso é o que constrói a sua mensagem.
  • Em seu estúdio, Marcelo nos mostra inúmeras fotografias que guarda numa caixa. São elas sua matéria prima para reflexão e confecção das obras que já fez ou que ainda pretende fazer e até refazer, seguindo outra perspectiva.
  • Enumerando algumas características, tais como: organização, originalidade da obra e originalidade do pensamento, Brodsky usa sua experiência em fotografia para nos dizer o que ele quis contar ao mundo e afirma que cada pessoa tem necessidade de expressar algo, contudo, para tanto é necessário refletir a forma e o jeito como se comunicará.
  • A somatização e a troca de sentidos que uma imagem adquire com o passar do tempo - da mesma forma que as pessoas mudam, a fotografia também pode mudar.
  • Os espaços mudam, as pessoas mudam e as imagens também podem sofrer alterações. Usando alguns de seus fotolivros, Brodsky apresenta inúmeras formas de representação de significado da imagem. Fotos usadas em um outro livro são ressignificadas pelo contexto de um novo livro que a apresente de maneira diferente do trabalho anterior.
  • Apresentando sua biblioteca de livros de fotografia, Brodsky ressalta a importância das referências de imagens e de outros trabalhos que todo o fotógrafo necessita para sua própria produção visual.
  • O fotógrafo estar atento à produção visual e artística que ocorre ao seu redor. Neste ponto é ressaltada a importância da Curadoria em Fotografia.
  • Imagem visual e Imagem poética são concepções que guiaram a exposição de Palavras (1986) e ainda norteiam muito do que é produzido por Marcelo Brodsky. A relação de atribuir sentido é pensada na interpretação do que se pretende passar ao espectador, contudo, essa relação não finda neste ponto: Para Marcelo Brodsky, a relação palavra-imagem-sentido eleva a obra e pode ressignificá-la sempre que se volta ao encontro com a imagem.
  • A importância da disciplina que o fotógrafo deve ter com o seu próprio material, não apenas para organizá-lo, como também - e acima de tudo - saber quando trabalhá-lo e como utilizá-lo. É essa uma das maiores responsabilidades do fotógrafo atualmente.
  • Análise da Obra ''1968''.
  • Análise da obra em homenagem a Marshall Meyer.
  • Como Marcelo Brodsky intervém nas fotografias de acordo com o propósito pensado para seu projeto. Usando materiais que vão desde a cópia ampliada da imagem até giz pastel, Brodsky vai ressignificando as imagens usadas e dando a elas uma outra identidade.
  • Análise da obra “Buena Memoria”.
  • Revendo a fotografia emblemática da Classe de 67, Marcelo Brodsky começa a falar sobre o que ocorreu na Escola Isidro Burgos em Ayotzinapa, México, em 26 de Setembro de 2014. Durante o período ditatorial na Argentina, algumas pessoas que se encontravam na fotografia de sua classe foram sequestradas e até hoje não foram encontradas. De forma semelhante, ocorreu o desaparecimento de estudantes de Ayotzinapa em 2014.
  • Uma forma mais eficaz para apresentar o seu trabalho como fotógrafo: o livro. A ideia de fotolivro não é nova, mas ficou durante um tempo deixada de lado. Atualmente cada vez mais pessoas vem estudando e teorizando sobre esse tipo de publicação, além de fotógrafos continuarem a produzir narrativas e trabalhos neste formato.
  • Marcelo Brodsky mostra todos os livros de seu trabalho ao longo da vida, desde seu primeiro livro, publicado antes mesmo dele se reconhecer como fotógrafo, o livro de poemas Parábola de 1982, até seu último trabalho Tempo de árvore, além dos livros em que participou (a exemplo de sua série em conjunto com outros fotógrafos, tais como Martin Parr, o Correspondência) e outros, onde algumas de suas fotografias surgem em publicações no formato de catálogo.
  • Conhecer um pouco do Parque de La Memoria, projeto feito para lembrar e homenagear os desaparecidos durante o período ditatorial na Argentina. É um museu a céu aberto com grandes obras de arte que se integram ao ambiente cercado pelo Rio de la Plata, onde inúmeros destes desaparecidos foram jogados. Segundo Brodsky, isso traz um maior significado ideal deste projeto de arte pública, transformando esse espaço em um dos principais memoriais da América Latina.
  • Ainda apresentando o Parque de La Memoria, Marcelo Brodsky mostra alguns dos inúmeros monumentos e outras obras de arte que estão espalhadas pelo Parque.
  • O artista, seja ele visual, audiovisual, músico, etc., não produz do nada. Ele precisa refletir sobre o que quer expressar, e essa reflexão envolve sim sua sociedade, o tempo em que ele está inserido e sua cultura. “Arte sozinha não serve pra nada, arte tem que se relacionar com cultura, com sociedade, com o pensamento, com a ação. A arte faz parte da vida.”
  • Você verá mais algumas obras que estão dispostas no Parque de La Memoria. Foram todas estas pensadas dentro da proposta, que é homenagear e lembrar os desaparecidos do Rio de La Plata. Esse acontecimento na história contemporânea da Argentina marca uma relação muito forte com a sociedade na qual o parque se encontra. Este diálogo é feito e refeito em todos os espaços do Parque, não ficando apenas na parte fixa, mas também adentrando de maneira significativa no rio, com a Obra de Claudia Fontes, Reconstrução do retrato de Pablo Míguez.
  • Será levado a Sala PAyS (Significa: Presentes, Ahora y Siempre) que homenageia todas as vítimas da ditadura, mas em especial os pais da artista responsável pela obra instalada. A exposição dentro desta sala foi feita pela cineasta Albertina Carri, filha de dois desaparecidos no período da Ditadura Argentina.
  • Brodsky se despede falando sobre o objetivo do Parque de La Memoria em comunhão com seus trabalhos mais expressivos, em especial o Buena Memoria. Como diversas vezes já foi dito ao longo do curso, a necessidade maior de expressão que o artista visual argentino teve ao longo de sua vida artística e pessoal foi a de narrar às pessoas e falar sobre o desaparecimento de seu irmão, fato que se juntou ao desaparecimento de diversas outras pessoas no mesmo período.

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